Capitalismo selvagem é isso: universidade Estácio de Sá demite professores durante as férias pelo correio

Educação e saúde viraram mercadoria nestes anos tucano-petistas. Nunca na historia desse pais se entregou estes dois setores nas mãos de negociantes, onde o vil metal esta acima da vida das pessoas.

Devemos aqui agradecer ao professor Fernando Henrique Cardoso, nobre sociólogo, homem culto, estudado e diplomado na Universidade de São Paulo, e ao metalúrgico Luiz Inácio Lula da Silva, diplomado pelo Senai, instituição educacional-profissionalizante  mantida pela indústria, mas com dinheiro de impostos que todos estes idiotas contribuintes pagamos para que o chamado Sistema S funcione a contento.

Pois o intróito destas linhas e para denunciar aqui que o Conselho Federal de Educação e o Ministério da Educação são o sustentáculo de todos os absurdos que vem acontecendo na área de educação no Brasil.

As universidades se transformaram em supermercados que fornecem o sistema fast food de ensino universitário, diplomando engenheiros que não sabem fazer cálculos matemáticos, jornalistas que não dominam a língua pátria, médicos que matam seus pacientes em mesas de cirurgia e advogados que não conhecem direito o que estão a fazer.

Pois e, queridos e nobres leitores deste Bacalhau. Tempos atrás a Unip, de um tal professor Di Genio, demitiu mil professores-doutores , ao arrepio da lei, e essa universidade e motivo de chacota no meio acadêmico, graças ao horrível nível dos profissionais que tem posto no mercado, em todas as áreas.

A Uniban e aquele lamaceiro em que a Geyse Arruda se atolou ao passear de uma brega mini-saia cor de rosa; o preconceito de alunos e diretores dessa instituição ficou patente com as imagens veiculadas a exaustão na TV e na Internet. Aquilo pode ser qualquer coisa, menos uma casa de saber, de ensino. Alias, o Ministério Publico Federal deveria investigar a origem da instituição e sua finalidade, mas não faz isso porque seus membros trabalham como professores ali.

Agora, o Conselho Federal de Educação e o Ministério da Educação deveriam investigar uma universidade de origem carioca, que tomou de assalto São Paulo.

Trata-se da Universidade Estácio de Sá. Ela demite professores durante as ferias, via Correio, não paga acordos trabalhistas, e passou para o sistema on-line aulas importantes. Dai, sua péssima avaliação frente ao MEC. Se o ensino presencial já e discutível, o que esperar de ensino on line? E claro que a universidade faz isso justamente para economizar.

E importante que a sociedade reaja diante de um sistema capitalista canibalista que a educação privada tem adotado, no qual o dinheiro, o lucro, esta a frente de qualquer coisa.

Educação e prerrogativa do Estado. O privado, ao explorar essa atividade, o faz com autorização estatal, portanto, e concessionário de um serviço público. Não pode fazer da educação uma mercadoria, de consumo fácil e preços acessíveis, com diplomas sem qualquer valor quando o formando vai ao mercado de trabalho.

Esperamos que o governo Lula, que financia a privatização da educação no Brasil e permite que grupos estrangeiros atuem na área e com ações na bolsa, tome providências contra a mercantilização do ensino.

E esperamos que o sindicato dos professores venha a publico denunciar essas universidades caca-niqueis que agem com engodo aos seus alunos e na exploração da mão de obra de professores.

Educação e saúde viraram mercadoria nestes anos tucano-petistas. Nunca na historia desse pais se entregou estes dois setores nas mãos de negociantes, onde o vil metal esta acima da vida das pessoas.

Devemos aqui agradecer ao professor Fernando Henrique Cardoso, nobre sociólogo, homem culto, estudado e diplomado na Universidade de São Paulo, e ao metalúrgico Luiz Inácio Lula da Silva, diplomado pelo Senai, instituição educacional-profissionalizante  mantida pela indústria, mas com dinheiro de impostos que todos estes idiotas contribuintes pagamos para que o chamado Sistema S funcione a contento.

Pois o intróito destas linhas e para denunciar aqui que o Conselho Federal de Educação e o Ministério da Educação são o sustentáculo de todos os absurdos que vem acontecendo na área de educação no Brasil.

As universidades se transformaram em supermercados que fornecem o sistema fast food de ensino universitário, diplomando engenheiros que não sabem fazer cálculos matemáticos, jornalistas que não dominam a língua pátria, médicos que matam seus pacientes em mesas de cirurgia e advogados que não conhecem direito o que estão a fazer.

Pois e, queridos e nobres leitores deste Bacalhau. Tempos atrás a Unip, de um tal professor Di Genio, demitiu mil professores-doutores , ao arrepio da lei, e essa universidade e motivo de chacota no meio acadêmico, graças ao horrível nível dos profissionais que tem posto no mercado, em todas as áreas.

A Uniban e aquele lamaceiro em que a Geyse Arruda se atolou ao passear de uma brega mini-saia cor de rosa; o preconceito de alunos e diretores dessa instituição ficou patente com as imagens veiculadas a exaustão na TV e na Internet. Aquilo pode ser qualquer coisa, menos uma casa de saber, de ensino. Alias, o Ministério Público Federal deveria investigar a origem da instituição e sua finalidade, mas não faz isso porque seus membros trabalham como professores ali.

Agora, o Conselho Federal de Educação e o Ministério da Educação deveriam investigar uma universidade de origem carioca, que tomou de assalto São Paulo.

Trata-se da Universidade Estácio de Sá. Ela demite professores durante as ferias, via Correio, não paga acordos trabalhistas, e passou para o sistema on-line aulas importantes. Dai, sua péssima avaliação frente ao MEC. Se o ensino presencial já e discutível, o que esperar de ensino on line? E claro que a universidade faz isso justamente para economizar.

E importante que a sociedade reaja diante de um sistema capitalista canibalista que a educação privada tem adotado, no qual o dinheiro, o lucro, esta a frente de qualquer coisa.

Educação e prerrogativa do Estado. O privado, ao explorar essa atividade, o faz com autorização estatal, portanto, e concessionário de um serviço publico. Não pode fazer da educação uma mercadoria, de consumo fácil e preços acessíveis, com diplomas sem qualquer valor quando o formando vai ao mercado de trabalho.

Esperamos que o governo Lula, que financia a privatização da educação no Brasil e permite que grupos estrangeiros atuem na área e com ações na bolsa, tome providências contra a mercantilização do ensino.

E esperamos que o sindicato dos professores venha a publico denunciar essas universidades caca-niqueis que agem com engodo aos seus alunos e na exploração da mão de obra de professores.

Anúncios

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s