Ser policial civil é bico no governo Serra. Verdade: o delegado Zakir virou artista de TV

 

(REPRODUZIDO DO SITE BRASILIA CONFIDENCIAL)

Serra achata salários e reduz verba para segurança pública

 O aumento da violência no estado de São Paulo em 2009, traduzido em mais roubos, mais assaltos seguidos de assassinato, mais assassinatos, mais seqüestros, mais estupros e mais furtos de veículos, coincidiu com uma série de medidas do Governo Serra que atingiram imediatamente a Polícia Civil e, logo, a população.

Serra reduziu em aproximadamente 20% os investimentos em pessoal da Segurança Pública. Do orçamento estadual de R$ 2,3 bilhões, que deveriam ser investidos no efetivo da Polícia Civil, cortou mais de meio bilhão e usou apenas R$ 1,7 bilhão. O corte foi acompanhado de arrocho salarial, que manteve os policiais civis paulistas com o segundo pior salário pago à categoria em todo o país – só não é mais baixo do que o salário pago em Alagoas.

O Governo Serra também reduziu – em 15% – os gastos com manutenção de viaturas policiais. Em 2008 usou R$ 95,8 milhões para isso; no ano passado R$ 81,3 milhões. A redução, de aproximadamente R$ 15 milhões, tornou comum no estado as cenas de policiais empurrando viaturas ou recorrendo a desmanches para obter peças.

A verba de auxílio-alimentação para os policiais civis também foi reduzida no ano passado. Estavam previstos gastos de R$ 68,10 milhões, mas os policiais só receberam R$ 64,14 milhões em 2009.

“Ser policial civil em São Paulo virou bico no Governo Serra”, afirma o presidente regional da Federação Nacional da Polícia Civil e do Sindicato estadual dos Investigadores de Polícia, João Batista Rebouças.

“Enquanto um policial em Sergipe recebe salários de até R$ 3.600, em um estado menor e com problemas menos agudos, em São Paulo tem policial que ganha apenas R$ 375,00 como salário-base”.

 Rebouças contestou as explicações da Secretaria de Segurança Pública, que atribuiu o aumento da violência em 2009 à crise econômica e à última greve da Polícia Civil.

 “A crise nem abalou o Brasil. Se fosse assim, os americanos hoje, bem mais atingidos pela recessão, estariam vivendo no Vietnã da criminalidade, o que não é verdade. Afora isso, a greve da categoria aconteceu em meados de 2008 e não tem influência nos índices de 2009”.

http://www.brasiliaconfidencial.inf.br/?p=9074

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