Outra professora tarada é pega no motel pelo marido abusando de aluno de 15 anos

Uma professora de 38 anos foi presa, nesta sexta-feira, sob suspeita de ir com um aluno de 15 anos a um motel em Barra do Piraí, no Sul Fluminense. Segundo informações do 10º BPM (Barra do Piraí), o casal foi descoberto após o marido da suspeita instalar um GPS no carro dela. De acordo com a polícia, o marido da professora foi até o local e teria tentado agredi-la. O gerente do estabelecimento chamou a polícia e todos foram levados para a 88ª DP (Barra do Piraí), onde o caso foi registrado, para prestar depoimento. Os policiais que atenderam ao caso não quiseram dar informações. Em outubro do ano passado, uma professora de matemática foi presa suspeita de abusar de uma aluna de 13 anos. Mas, em fevereiro deste ano, a suspeita foi solta.

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Professora tarada é presa acusada de 21 casos abusos sexuais contra seus alunos

Uma professora da 5ª série de uma escola em Checotah, no estado americano de Oklahoma, foi presa sob 21 acusações relacionadas a abuso sexual de pelo menos dois estudantes, segundo o site do “NY Daily News”.

Michelle McCutchan já havia sido presa em maio deste ano, menos de um mês atrás, suspeita de ter abusado sexualmente de um dos jovens, de 16 anos. Ela confessou o crime e foi solta para aguardar o julgamento em liberdade após pagar fiança de US$ 5 mil, mas a polícia a levou presa novamente com a descoberta de um segundo menor de idade.

Entre as 21 acusações relacionadas a abuso de menores de idade que ela enfrenta atualmente, estão as de abuso sexual, de sodomia, de oferecer bebidas alcoólicas a menores e de possuir pornografia infantil. Além dessas, há também uma acusação de negligência com uma criança, que seria sua filha.

Segundo as autoridades, ela teve relações sexuais com os adolescentes entre dezembro de 2010 e maio deste ano. Eles não frequentavam a mesma escola em que a mulher dava aula. Em maio, a ela já teria confessado que enviou fotos nuas para um dos jovens, diz a polícia.

A professora foi afastada do cargo e teve o salário suspenso.

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Safadinho: magistrado pratica nepotismo, emprega a ex-mulher e paga pensão com dinheiro público

“O que eu mais gosto dela é o seu texto na língua pátria, porque, às vezes, é difícil achar servidores com essa condição”, disse o desembargador Elpídio Donizetti Nunes, que nomeou sua ex-mulher, Leila Donizetti Freitas Santos Nunes, para o cargo de assessor judiciário do gabinete da 18º Câmara Cível do tribunal com salário de R$ 9.200 por mês. O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) determinou ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) a exoneração da servidora . Segundo o órgão, sua nomeação para o gabinete do ex-marido teria sido em razão de acordo formalizado na separação judicial do casal. No entendimento do CNJ, Elpídio Nunes trocou o pagamento da pensão à ex-mulher pelo salário do cargo. O CNJ considerou o fato como nepotismo. Conforme o órgão, o acordo foi homologado pela juíza da 2ª. Vara Cível da Comarca de Nova Lima (MG), Adriana Rabelo. Além disso, o pacto contou com parecer favorável emitido pelo MPE (Ministério Público de Minas Gerais). Para o relator do processo, conselheiro Jefferson Kravchychyn, “a atuação do desembargador, que entrelaça sua vida particular com sua posição como membro do Tribunal de Justiça mineiro, ofende frontalmente a Lei Orgânica da Magistratura Nacional”, informou no seu despacho. Em nota, a assessoria do TJ do Estado informou que o tribunal “tão logo seja oficialmente comunicado do teor da decisão adotará todas as medidas necessárias para seu fiel cumprimento”. A denúncia partiu do Sinjus-MG (Sindicato dos Servidores da Justiça de 2ª Instância do Estado de Minas Gerais). “Em novembro do ano passado, nós pedimos para apurar porque observamos que o sobrenome dela era idêntico ao do desembargador. O CNJ apurou, para surpresa de todos, que no termo de separação existia a cláusula que o desobrigava de pagar pensão, enquanto a ex-esposa permanecesse no cargo comissionado”, afirmou Robert Wagner França, presidente do Sinjus. Segundo o dirigente, Leila Nunes é servidora concursada do tribunal e estava lotada em gabinete de outro desembargador, que havia se aposentado. Em outubro do ano passado, ela teria sido nomeada pelo ex-marido para trabalhar no seu gabinete. ( A matéria é de autoria do repórter Rayder Bragon do UOL Notícias)

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Silvio Pereira, aquele do “Land Rover”, não cumpre a pena alternativa e Justiça quer explicação

Você se lembra do Silvio Pereira, aquele sindicalista do PT que ganhou “de presente” um jipinho Land Rover de uma empreiteira que tinha negócios com a Petrobras, no governo Lula? Pois esse camarada não acata ordens da Justiça. Condenado por corrupção, teve a pena abrandada e substituída a prisão por prestação de serviço à comunidade. Sabe o que ele fez? Leia o texto abaixo:

O ex-secretário-geral do PT Silvio Pereira terá dez dias para explicar ao ministro Joaquim Barbosa porque descumpriu a pena alternativa imposta a ele, por meio de acordo, para que deixasse de ser réu no processo do mensalão. Barbosa pediu as informações depois de ser acionado pela PGR (Procuradoria-Geral da República).

Em maio de 2009, Pereira fez acordo com o Ministério Público, por meio do qual se comprometeu a prestar 750 horas de serviço comunitário e a comparecer todo mês à Justiça. Em troca, deixou de responder à acusação de formação de quadrilha no processo do mensalão.

Nesta semana, a PGR informou a Barbosa que o ex-secretário-geral do PT não se apresentou à Justiça em fevereiro de 2009. Segundo a Procuradoria-Geral da República, a ausência não foi justificada. Ainda de acordo com a PGR, Pereira deixou de se apresentar à Justiça entre maio e julho de 2010, alegando que os servidores da 2ª Vara Criminal de São Paulo estavam em greve.

Barbosa mandou ofício para a 2ª Vara Criminal de São Paulo para saber se houve greve nesse período e se isso de fato inviabilizou o comparecimento do ex-réu à Justiça.

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Homem sem orelha torturou empresário durante roubo

Sem orelha e cruel. Essas duas características destacadas por um empresário, de 42 anos, torturado e roubado no início do mês no Tatuapé, Zona Leste, foram o ponto de partida para a Polícia Civil prender um dos mais violentos roubadores em ação na cidade de São Paulo.

O motoboy Daniel Tadeu Santos Ovando, de 27 anos, foi preso na sexta-feira (13), por integrantes da 2ª Patrimônio (Delegacia de Repressão a Roubo de Jóias) do Deic (Departamento de Investigações sobre Crime Organizado). Entre suas estratégias de convencimento é surrar a vítima, depois encharcá-la com gasolina e friamente ficar acionando a espoleta do isqueiro. Segundo o delegado Júlio César Teixeira, titular da DRRJóias, Ovando é apontado como integrante de uma gangue conhecida com “Mooca Chapa Quente”. “O alvo do grupo são orientais. Jogam líquidos inflamáveis nas vítimas e ameaçam por fogo caso não entreguem o dinheiro”, disse o delegado. Para Teixeira, o grupo resolveu mudar o alvo.

No dia 6, Ovando e outras cinco pessoas invadiram uma fábrica de jóias. Agrediram pelo menos 10 pessoas, inclusive mulheres. Depois pegaram o proprietário. Inicialmente o surraram. Depois a ameaça de atear fogo para conseguir levar metais preciosos, matéria prima da empresa. A equipe da DRRJóias recolheu as informações. O detalhe da mutilação de um dos invasores permitiu direcionar as investigações. Um trabalho junto aos arquivos do Deic, mais trabalhos dos policiais, indicou possíveis locais onde o grupo marcava encontros de negócios. Os policiais obtiveram a informação que Ovando estaria circulando na região da praça Dom Orione, nas proximidades do Mercado Municipal. A equipe o identificou e prendeu.

As vítimas o reconheceram. Outros dois envolvidos foram reconhecidos no ataque: o servente Pedro Henrique da Rocha Júnior, de 26 anos, e o ajudante Ricardo Schnider Remorini, de 25. A dupla está foragida. Preso envolvido em morte de menino durante assalto A morte de um garoto foi o saldo violento de uma ação de um grupo durante o roubo contra funcionários responsáveis pela manutenção de caixas eletrônicos. O homem apontado como o responsável pelo disparo foi preso ontem pela Polícia Civil. O crime aconteceu em abril na Zona Sul. Sete meses antes, o mesmo indivíduo participou das execuções de dois seguranças em um roubo de carro-forte na mesma região. A detenção, realizada por integrantes da 2ª Patrimônio (Delegacia de Repressão a Roubo de Jóias) do Deic (Departamento de Investigações sobre Crime Organizado) aconteceu no bairro de Guarapiranga, também na Zona Sul.

Os policiais prenderam o armador Márcio do Nascimento Conceição, o Apagão, de 27 anos. A equipe chegou até ele depois de prender, no dia 13, outro participante do duplo latrocínio, o ajudante Alessandro dos Santos Faria, de 28. O cruzamento de informações permitiu ligar os dois aos crimes. O assalto ao carro forte aconteceu em 11 de setembro na estrada Guavirituba, Jardim Canguara. O grupo de Conceição cercou os seguranças e abriu fogo. Dois seguranças morreram e dois foram feridos. Em 15 de abril, a quadrilha atacou funcionários que realizavam a manutenção de caixas eletrônicos em um mercado localizado na rua Antônio Lopes de Medeiros, no Grajaú. Houve um tiroteio e o estudante Michael Victor Rosário Ribeiro, de 8 anos, recebeu um Tito de fuzil e morreu.

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O Dia das Mães surgiu como movimento pacifista nos Estados Unidos

Na semana passada, recebi um e-mail do Fundo Ploughshares, uma fundação norte-americana que defende o desarmamento nuclear, que me perguntava: “O que o Dia das Mães significa para você?” Suspeitando que a resposta correta era algo diferente de uma dúzia de rosas e uma caixa de chocolates, eu a li: “Ao longo dos anos, perdemos o sentido original do Dia das Mães para o comercialismo estilo Hallmark. … O Dia das Mães originalmente surgiu da mãe abolicionista Julia Ward Howe’s, que o criou após a guerra civil, convocando para um dia em que as mulheres promoveriam a paz e o desarmamento. Em 1870, a americana Howe elaborou o manifesto pacifista forte – também conhecido como seu “Apelo à Feminilidade em todo o Mundo” – em que ela apelava para as mulheres de todo o mundo para protestar contra a guerra e exigir o desarmamento universal. “A espada da morte não é a balança da justiça”, declarou ela. Howe queria que as mulheres se juntassem num um dia para defender a paz. “Como os homens têm muitas vezes abandonado o arado e a bigorna na luta por guerras, que as mulheres, agora, deixem tudo o que pode ser deixado de casa por um dia grande e sincero de defesa da paz. Deixe os homens conhecerem primeiro como mulheres podem lamentar e reverenciar os mortos. Somos uma grande família humana e podemos viver em paz. Três anos depois, Howe organizou o Dia das Mães dentro do primeiro Festival da Paz, que foi comemorado em 2 de junho de 1873, em dezoito cidades em todo o país. Mas o esforço de Howe de envolver mães norte-americanas na defesa pacifista falhou. Não havia nem mesmo entusiasmo suficiente para montar uma celebração semelhante no ano seguinte. Como Howe recorda em sua autobiografia de 1899: “As senhoras … não estavam muito interessadas na minha proposta de um protesto mundial de mulheres contra a crueldade da guerra”. Howe, como ativista pacifista, é particularmente notável, pois ela defendeu a paz antes do que qualquer um. Em novembro de 1861, quando a guerra entrou na primeira do que seria de quatro invernos, ela escreveu o “Hino de Batalha da República”. A canção foi rapidamente adotada como o hino oficial da União. Em suas linhas Howe ela fala dos soldados do norte lutando por uma guerra justa, com a bênção de Deus. “Meus olhos viram a glória da vinda do Senhor, Aleluia … Glória, glória, … Deus desatou a raios fatídico de Sua terrível e veloz espada!” Mas ter presenciado a destruição completa causada pela Guerra Civil fez Howe experimentar uma mudança no seu coração. Até o final da década, ela tinha se tornado uma adversária intransigente da guerra. Assim, o Dia das Mães foi lançado como uma cruzada pacifista pela mesma mulher que escreveu o hino de guerra americano mais duradouro. O que temos feito do legado de Howe? Com a guerra ainda em curso no Afeganistão e caças americanos agora sobrevoando o deserto da Líbia, vamos fazer da origem pacifista do Dia das Mães uma apologia à memória de Julia Ward Howe .

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Cervejarias são homenageadas pela Rota como “empresas amigas”. A SSP/SP não explica as razões

Ipsis litteris do artigo AS PERGUNTAS SEM RESPOSTAS, do jornalista Carlos Brickmann, que publicamos solicitando a devida venia, para que todos possam raciocinar e entender porque o mundo é assim:

“A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo montou uma assessoria de imprensa eficientíssima (“eficiência” questionável; att. Ministério Público de SP vamos apurar os valores dos contratos com os fornecedores de mão de obra de sempre, amigos da casa – observação deste Bacalhau), correta, rápida, que distribui informações abundantes e precisas, sem floreios. Vale o elogio – e vale também perguntar de novo por que, dispondo de uma estrutura informativa de alta qualidade, a Secretaria de Segurança Pública não responde a algumas perguntas que esta coluna vem formulando desde outubro do ano passado. A Rota, Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar, unidade de combate da PM paulista, comemorou 40 anos entregando o título “Amigo da Rota” a um grupo de pessoas e empresas, “pelas contribuições dadas ao grupo”. Entre os homenageados, quatro cervejarias: Ambev (Brahma, Skol, Antarctica), Schincariol (Nova Schin, Devassa), Femsa (Kaiser) e Heineken.

 A imprensa não perguntou por que as cervejarias receberam a homenagem “pelas contribuições dadas ao grupo”. Esta coluna perguntou e não teve resposta.

 Terão doado dinheiro, talvez? Equipamentos? Tudo bem: essa contribuição estaria registrada? Onde? Na saída e na entrada?

 E onde fica um eventual conflito de interesses? Uma dessas empresas já foi invadida pela Polícia. A casa de seu proprietário foi sitiada, de madrugada, e os policiais ameaçaram derrubar as portas com bombas? Mas, se uma empresa é “Amiga da Rota”, haverá clima para investir contra ela?

Pergunta nunca é inconveniente. O que pode ser inconveniente são as respostas. Mas qual seria a inconveniência de esclarecer de vez o assunto?”

Meu Carlos Brickmann, creio que o silêncio da SSP/SP diz tudo.

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